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Wellington Antônio Fagundes nasceu em 1º de junho de 1957, no município de Rondonópolis. É médico veterinário, formado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e pós-graduado em Ciência Política pela Universidade de Brasília (UnB). Em 1983, casou-se com Mariene de Abreu Fagundes, com quem tem dois filhos: João Antônio Fagundes e Diógenes de Abreu Fagundes.É o caçula dos sete filhos dos retirantes nordestinos João Antônio Fagundes e Minelvina Pereira Fagundes. Seu pai, conhecido como João Baiano, percorreu cerca de dois mil quilômetros à pé da Bahia ao Mato Grosso, onde estabeleceu morada na zona rural de Poxoréu (MT). Lá, João trabalhou como vaqueiro e casou-se com Minelvina. O casal se mudou para Rondonópolis e estabeleceu um pequeno comércio.

Wellington cursou o ensino básico em Rondonópolis, nas escolas Sagrado Coração de Jesus e La Salle. Desde menino, Fagundes se interessou por política devido à influência do pai, João Baiano – um líder, embora não tenha participado diretamente da política. Baiano reunia a população local em casa para discutir as necessidades do município e do Estado. Wellington gostava de participar.

Na década de 1970, cursou o ensino médio na Escola Agrotécnica de São Vicente – município de Cuiabá (MT). Durante o curso na Faculdade de Medicina Veterinária em Campo Grande (MS), participou do movimento estudantil. Em 1980, graduou-se e retornou a Rondonópolis para abrir um comércio no setor de agropecuária.

O jovem empresário ingressou na política de classe como presidente da Associação Comercial Industrial de Rondonópolis (ACIR) por dois mandatos, 1983 a 1986. Em 1987, assumiu a Secretaria Municipal de Planejamento de Rondonópolis, na gestão de Hermínio J. Barreto. Em 1990, concorreu a uma cadeira na Câmara dos Deputados e foi eleito. Reeleito em 1994, 1998 (nesta eleição foi o mais votado), 2002, 2006 e em 2010, quando foi novamente o deputado mais votado da história de Mato Grosso, com 145.460 votos. O que lhe rendeu o 10º lugar entre os deputados federais mais votados do país.

No último pleito, em 2014, Wellington Fagundes foi eleito Senador da República, com 646.344 votos e é considerado um dos parlamentares mais influentes do Congresso, segundo estudo do Departamento Intersindical de Assuntos Parlamentares, o DIAP.

Wellington é autor de projetos muito importantes que passaram a vigorar em todas as áreas da sociedade, como o que deu origem ao Estatuto do Idoso, o que criou a Universidade Federal de Rondonópolis, permitindo também o aumento dos profissionais de medicina nos hospitais universitários; e o que garantiu o pagamento de R$ 6,5 bilhões do FEX (Fundo de Amparo às Exportações) a Mato Grosso. Foi presidente da Comissão Especial do Pantanal e autor do Estatuto desse bioma. Também foi coautor do projeto de Lei que garante direitos aos monoculares, autor do projeto que assegura continuidade da Lei Aldir Blanc (auxílio para o setor da Cultura durante a pandemia), e do projeto que autoriza fábricas veterinárias a produzirem vacinas contra a COVID-19 em tempo recorde.

Hoje, luta pela aprovação e sanção de outros projetos prioritários: 1) que prevê o ressarcimento ao SUS pelo tratamento de vítimas de acidentes causados por condutores sob influência de álcool ou drogas; 2) que autoriza a utilização de recursos do Fundo Nacional para a Criança e o Adolescente para auxiliar o acolhimento familiar ou institucional na pandemia; 3) Que autoriza a transformação do Campus da UFMT em Sinop na Universidade Federal da Região Norte de MT; 4) O que reserva ao menos 30% das cadeiras de Deputado Federal, Estadual, Distrital e Vereador para mulheres; 5) O que regulamenta dispositivos constitucionais relativos à reforma agrária; 6) O que prorroga de dívidas do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF); e 7) o que traça diretrizes de segurança e resgate para animais em áreas de risco e na gestão pós-calamidades.

Atualmente, Welligton Fagundes é relator da Comissão Temporária do Senado, designada para acompanhar as ações de enfrentamento à Covid-19, na qual defende a utilização dos laboratórios de saúde animal na produção de 400 milhões de doses de vacinas para o Programa Nacional de Imunização.

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