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Abílio recebe Wellington e elogia PL que prevê abertura de escolas públicas aos finais de semana

O prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini(PL), recebeu o senador Wellington Fagundes (PL) e o parabenizou pela criação da lei que propõe a abertura das escolas públicas em todo o Brasil, nos períodos não letivos, como fins de semana, feriados e férias.

O encontro dos dois aconteceu nessa segunda-feira (31) no gabinete da Prefeitura de Cuiabá, onde o senador apresentou o PL ao prefeito e primeira-dama, a vereadora Samantha Iris.

O parlamentar afirmou que o objetivo da lei é oferecer a crianças e adolescentes a oportunidade de participar de atividades esportivas, de lazer, artísticas e culturais, fortalecendo o aprendizado contínuo e a cultura popular.

Apesar disso, lembrou que a ideia já vinha sendo estudada há algum tempo, mas foi impulsionada pela iniciativa do próprio prefeito, que começou a abrir algumas escolas municipais aos fins de semana para essas atividades recreativas.

Contudo, explicou que dos principais pontos do projeto é a possibilidade de utilizar recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB) para viabilizar o funcionamento das escolas nesses períodos, garantindo o pagamento de hora extra para os profissionais da educação que atuarem nos dias adicionais.

“Eu sempre digo que a função da escola é ensinar e a da família é educar, mas às vezes há uma inversão de valores e ações. Por isso, é essencial essa iniciativa de trazer a família para dentro da escola”, destacou o senador Wellington Fagundes.

Sobre isso, Abílio reforçou que, com esse suporte financeiro, será possível expandir a abertura das escolas em Cuiabá, beneficiando ainda mais crianças e adolescentes.

Como também, os governo do estado que, com o fortalecimento do Fundeb também vai poder abrir mais escolas estaduais. “Isso é fundamental! Vale lembrar que já estamos tentando fazer uma parceria com eles. Com isso, toda a comunidade será atendida”, explicou.

Por fim, disse que agora é preciso fazer uma articulação no Congresso Nacional para a aprovação da lei. “Precisamos pressionar agora os deputados federais e senadores para que esse projeto seja aprovado o quanto antes. O senador Wellington deu o primeiro passo, e com a aprovação, já poderemos colocar essa iniciativa em prática”, concluiu Abílio.