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WELLINGTON FAGUNDES ALERTA PARA O SUPERENDIVIDAMENTO DE FAMÍLIAS E EMPRESAS

O que o trabalhador ou comerciante ganha é, muitas vezes, inferior ao que ele deve” afirmou o senador.

Em sua participação no Congresso Estadual da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Mato Grosso (FACMAT), o senador Wellington Fagundes apresentou uma análise daatual conjuntura econômica do Brasil. Em sua fala, ele destacou os desafios enfrentados pelo setor produtivo, a insatisfação dos trabalhadores e o impacto direto das políticas do governo federal no cotidiano das famílias brasileiras.

Segundo o parlamentar, o país atravessa um cenário de desequilíbrio financeiro, no qual o crescimento da arrecadação não acompanha o ritmo dos gastos públicos.

“O governo arrecada muito, mas gasta ainda mais, e de forma ineficiente. O resultado é que o trabalhador se revolta por contribuir tanto e não receber nada na ponta, que é quando precisa de saúde, segurança e serviços básicos”, afirmou.

Para o senador, a realidade econômica atual gera um ciclo de endividamento que compromete tanto empresas quanto famílias.

“O que o trabalhador ou comerciante ganha é, muitas vezes, inferior ao que ele deve. Isso gera um número crescente de recuperações judiciais, que tende a aumentar ainda mais. Até o próximo ano, a situação será quase insustentável”, alertou.

O senador relacionou esses fatores à crescente dificuldade de manutenção dos negócios e à frustração generalizada entre empreendedores, que muitas vezes veem seus esforços comprometidos por um ambiente de instabilidade econômica e por uma carga tributária considerada excessiva.

Ao comentar o papel da oposição no Congresso Nacional, Wellington reconheceu as dificuldades políticas enfrentadas, mas reiterou seu compromisso com os interesses do setor produtivo.

 “Nós, da oposição, enxergamos os problemas, mas somos minoria” afirmou o senador.

O senador disse ainda: “Eu não vim ao Congresso (da FACMAT) para falar de política, mas não tem como falar de comércio sem citar as medidas econômicas do governo”, concluiu.

Para Fagundes, a saída está em medidas que valorizem quem empreende, reduzam o peso dos impostos e promovam maior eficiência na aplicação dos recursos públicos. Segundo ele, só assim será possível restabelecer o equilíbrio econômico e dar condições reais de crescimento ao Brasil.