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Setor produtivo de Mato Grosso “terá voz na reforma tributária”, garante Wellington

Reunião na sede da FIEMT com entidades definirá estratégias de atuação do senador na Comissão Mista do Congresso Nacional

Membro titular da Comissão Mista da Reforma Tributária, o senador Wellington Fagundes (PL-MT), líder do Bloco Parlamentar Vanguarda, garantiu nesta quinta-feira, 20, que o setor produtivo de Mato Grosso “terá voz nos debates e encaminhamentos” do colegiado. Já nesta sexta-feira, 21, pela manhã, ele se reúne com presidentes e dirigentes das entidades representativas da indústria, comércio, lojistas, agricultura e pecuária do Estado.

Ao anunciar a reunião durante sessão do Senado, Fagundes lembrou que sempre defendeu que a reforma tributária é a mais importante de todas as reformas previstas. “Deveríamos ter começado, inclusive, por ela, porque a carga tributária hoje é muito alta, mas, pior ainda é o volume de impostos, a burocracia, o peso em cima daqueles que querem gerar emprego e renda no País” – assinalou.

Fagundes lembrou que Mato Grosso, como maior exportador de commodities agrícolas do país, tem especificidades que precisam ser tratadas e defendidas no âmbito da Comissão Mista e, posteriormente, em plenário. Por isso, segundo o senador, é fundamental a participação dos que recolhem tributos: “Precisamos do debate aberto com a sociedade, de forma a definirmos estratégias para garantir respaldo aos interesses de Mato Grosso e sua população”.

Foram convidados para essa primeira reunião os presidentes da Federação das Indústrias de Mato Grosso (FIEMT), Federação do Comércio (Fecomércio), Federação das Associações Comerciais (FACMAT), Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL), Federação da Agricultura de Mato Grosso (Famato), Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja) e Sindicato dos Distribuidores de Derivados de Petróleo (SindiPedtróleo).

A Comissão Mista do Congresso que analisará a reforma tributária foi instalada na última quarta-feira, 19. O colegiado é formado por 25 senadores e 25 deputados, que têm a tarefa de produzir um texto único sobre o tema nas duas Casas. Os parlamentares terão o prazo de 45 dias para consolidar as propostas que tramitam no Congresso. A primeira reunião formal da comissão está prevista para o dia 3 de março. Ao estabelecer um projeto próprio, a matéria começa a tramitar pela Câmara, depois vai para o Senado, em turno qualificado de três quintos dos parlamentares.

A reunião para debater a estratégia de atuação parlamentar de Fagundes no âmbito da comissão será na sede da Federação das Indústrias, a partir das 8h30.

Foto: Agência Brasil